Ficar sentado boa parte do dia aumenta o risco de demência

Este tema aborda a associação entre o comportamento sedentário, especificamente passar longos períodos sentado, e o aumento do risco de demência. A demência é uma condição neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de habilidades cognitivas, como memória, raciocínio e capacidade de tomar decisões.

Estudos têm sugerido que o estilo de vida sedentário, especialmente o hábito de ficar sentado por longos períodos, pode ter implicações negativas para a saúde cerebral. A falta de atividade física regular pode contribuir para problemas circulatórios, inflamação e outros fatores que, por sua vez, podem aumentar o risco de desenvolver demência.

A explicação por trás dessa relação está relacionada ao fluxo sanguíneo e à oxigenação do cérebro. Ficar sentado por longos períodos pode levar a uma diminuição do fluxo sanguíneo cerebral, afetando negativamente a função cognitiva ao longo do tempo. Além disso, a inatividade pode contribuir para condições de saúde, como obesidade e diabetes, que também estão associadas a um maior risco de demência.

Para mitigar esse risco, especialistas frequentemente recomendam a prática regular de atividade física, que não apenas melhora a saúde cardiovascular, mas também pode ter benefícios diretos para o cérebro. Incorporar pausas para levantar, alongar-se e movimentar-se ao longo do dia pode ser uma estratégia eficaz para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.

Em resumo, há evidências que sugerem que passar longos períodos sentado está associado a um aumento do risco de demência. Promover um estilo de vida ativo, com pausas regulares para movimentação e atividade física, é uma abordagem recomendada para manter a saúde cerebral e reduzir o potencial impacto negativo do sedentarismo na cognição.

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